Ciclovia Virtual

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A ideia é genial: um projetor a laser acoplado na traseira da bicicleta desenha no asfalto duas linhas vermelhas com o símbolo universal dos ciclistas ao centro. Aonde a bike vai, a imagem segue atrás. Como a maioria das cidades não tem ciclovias, o apetrecho é uma baita mão na roda para o ciclista noturno circular com mais segurança pelas ruas. O objetivo é exatamente chamar a atenção dos motoristas para o fato de que é fundamental manter distância das bicicletas. O produto foi idealizado pelo escritório de design americano Altitude (http://www.altitudeinc.com/) para uma competição cuja intenção era promover o ciclismo. “Cansei de ver amigos sendo atingidos no trânsito. O que mais afasta os ciclistas das ruas é o medo de dividi-las com os carros”, diz o engenheiro mecânico Alex Tee, um dos idealizadores do LightLane. Originalmente era para ser apenas um protótipo, mas o sucesso foi tamanho que o escritório segue desenvolvendo o produto. E, se tudo der certo, ele será comercializado no ano que vem nos Estados Unidos.
Fonte: Revista Vida Simples de Junho de 2009

Ciclismo, Educação

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Em 11 meses, São Paulo multa somente um motorista por desrespeito ao ciclista

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Leis não faltam para pensar e inserir o ciclista no trânsito de São Paulo. O difícil é levá-las para a realidade. Segundo o Artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro, o motorista que “deixar de guardar a distância lateral de 1,50 metro ao passar/ultrapassar bicicleta” deve ser multado em R$ 85.
No período de dezembro de 2007 a novembro do ano passado, no entanto, apenas uma pessoa foi autuada na cidade com base nessa resolução, segundo pesquisa da Gerência de Suporte à Fiscalização da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Esse número ínfimo vem a se somar a uma série de falhas nas políticas públicas que deveriam incentivar o uso de bicicletas em São Paulo - ao invés de abrir possibilidades para acidentes como o que matou a massagista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos, atropelada há menos de duas semanas por um ônibus na Avenida Paulista. Márcia, atuante nos movimentos que defendem o uso de bicicletas, sempre dizia para os amigos: “Eu não preciso nem de 1,5 metro. Se os carros dessem 20 centímetros para eu pedalar, já teríamos tranquilidade. Mas nem isso temos.”
A informação sobre o número de autuações com base no Artigo 201 foi repassada pela CET no fim do ano passado a um grupo de ciclistas por e-mail, ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso. Procurada, a Assessoria de Imprensa do órgão não respondeu aos questionamentos da reportagem e também não informou como um motorista foi multado - já que os prepostos não carregam uma fita métrica para medir a distância entre carros e bicicletas.
“Parece até piada isso” , diz o presidente da Comissão de Assuntos e Estudos sobre Direito de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção São Paulo, Cyro Vidal. “Não precisamos de mais leis, precisamos de conhecimento e comprometimento.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Educação, Notícias, Transito

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Casa das Onze Janelas - Mais uma vez!

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Se tem um espaço em Belém que é contra as práticas saudáveis, esse espaço é a Casa das Onze Janelas. Será que é pelo fato do local de ser frequentado pela “nata” da sociedade que subistituiu suas bicicletas por carrões e seus caiaques por lanchas?

Acho que o Secretário de Cultura ou quem quer que seja responsável por aquele lugar deveria abrir os olhos para a tendência mundial em se tratando de meios de transporte alternativos. Pra começar, eu informo aos leitores, que o lugar não possui nenhum bicicletário e vai mais além disso.

Em julho desse ano, um amigo caiaquista, me reclamou que havia tentado subir com seu caiaque na rampa da Casa das Onze Janelas e que tinha sido impedido. Publiquei em meu blog, mandei para um jornal, enfim, fizemos um alvoroço. Mas não resultou em nada.

Ontem (03/11) eu e mais dois amigos estavamos pedalando pela cidade, curtindo uma noite agradável com um clima bem ameno e resolvemos fazer um passeio turistico pela cidade. A nossa intenção era visitar alguns pontos bonitos e publicos da capital.

O primeiro ponto foi passar em frente ao Hangar, seguimos pela “nova” ciclivia da Marquês de Herval e chegamos ao Hangar, voltamos pela Duque (a avenida ecologicamente correta onde pintamos ciclofaixas virtuais) e chegamos na Doca, seguimos para o Ver-o-Peso, pedalamos por dentro da feira, beirando o rio, seguimos pela feira do açaí e subimos na rua entre o Forte do Castelo e o Museu de Arte Sacra, chegamos ao Complexo Feliz Luzitânia. Já sabia que lá, se quisessemos visitar o trapiche da Casa das Onze Janelas teriamos que descer da bike e empurra-la, nada mais justo, afinal é um lugar destinado a pedestres, mas pela lei de trânsito, os ciclistas empurrando a sua bike se equivalem a pedestres.

Descemos da bike e empurramos em direção ao trapiche, nesse momento, um guarda nos informa que não poderiamos seguir a partir dali, que teriamos que deixar nossa bicicleta lá na calçada da rua para poder seguir a pé. Tentei argumentar com ele, expliquei para ele as leis e ele soltou uma peróla:

- Você conhece as leis - Perguntei pra ele.
- Não sou eu que faço as leis… respondeu ele.
- Você não é um cidadão? Deveria conhecer as leis. - Respondi.

Ao final de muitas tentativas, resolvemos sair de lá, já que aquele realmente é um espaço publico proibido para o publico.

Como será o Fórum Social Mundial que vai acontecer em Belém em janeiro de 2009? Será que os turistas que quiserem fazer um ciclopasseio pela cidade terão condições? Onde será que eles vão estacionar suas magrelas? É amigos… ainda temos muito o que evoluir… infelizmente essa é a realidade.

Belém, Bike, Ciclismo, Educação

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PEDAIS DA LIBERDADE

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Paris quer oferecer 21 mil bicicletas em 1,5 mil estações de metrô e reduzir o tráfego de carros

Por Gianni Carta

Pedalar, pedalar, pedalar. Eis a nova revolução urbana, iniciada, em grande escala, em Paris, neste domingo 15. Nada menos que 11 mil bicicletas disponíveis em 750 estações, espalhadas pela capital. O objetivo do prefeito socialista, Bertrand Delanoë, é oferecer cerca de 21 mil bicicletas em 1,5 mil estações, a escassos 300 metros uma da outra. Ou seja, cinco vezes o número de estações de metrô, esta uma das redes mais densas – e eficazes – do mundo.

Certamente, a capital das luzes, com base em esquema implantado em Lyon com grande sucesso, será o modelo futuro para outras cidades que dependem, em demasia, do automóvel, esse meio burguesote, e poluente (ainda mais em pequenas distâncias). Além disso, o carro é completamente desnecessário em cidades bem delineadas e com meios de transporte invejáveis, com ônibus com ar condicionado, metrô cobrindo toda a região, caso de Paris. Para vários cidadãos, o carro é o meio de transporte que ainda confere liberdade de movimento.

Mas há outros?

Certamente, se você não vive em São Paulo ou em Los Angeles.

Peguei minha Vélib (vélo, ou bicicleta, e liberté, liberdade, produzida pela JCDecaux, na Hungria e em Portugal) em Châtelet, centro de Paris. Rumei para a Place d’Italie, a oeste, em 25 minutos. De metrô, o tempo seria o mesmo. Num automóvel, levaria mais de 40 minutos, segundo estudo da prefeitura de Paris. Preço do Vélib, naquele trajeto: zero. Por semana, o usuário da Vélib desembolsa 5 euros por um passe, e 29 euros pelo ano. Paga-se via internet, ou nas estações de bicicletas. Caso a viagem ultrapasse 30 minutos, a meia hora adicional custa 1 euro, e 2 euros na meia hora seguinte. A partir da terceira meia hora (sem devolver a bicicleta), são 4 euros por meia hora suplementar. Mas é possível entregar uma bicicleta, esperar alguns minutos e pegar outra, sem nenhum custo extra.

A idéia de não ficar com a mesma bicicleta, por mais de meia hora, é democrática. Caso contrário, ela não poderia passar para outro usuário, em tempo curto, e poderia haver gente sem acesso a esse civilizado meio de transporte. Em Lyon, uma mesma Vélib é alugada por mais de dez pessoas ao dia. Perigo de roubo? O ciclista paga uma caução de 150 euros. E, assim, retorna-a a uma das inúmeras estações de bicicletas.

No final das contas, chapeau para Delanoë. Em Londres, Ken Livingstone impôs o sistema de pagamento de diária para quem quer ir, de carro, ao centro de Londres. Deu certo. Mas custa. Quem continua rumando ao centro, de automóvel, paga não somente o preço imposto por Livingstone, mas também o estacionamento, o jantar, o teatro. Uma soma considerável para o casal que pretende ver um musical. Delanoë, mais astuto, fez o contrário. Estreitou ruas e avenidas, construindo ciclovias. Em vez de fazer o motorista pagar, o desencoraja a sentar atrás de uma direção.

Desde que assumiu a prefeitura, em 2001, o prefeito parisiense ofereceu nada menos que 200 quilômetros de ciclovias (alguns trechos são também destinados aos ônibus) espalhadas por Paris. Claro, alguns fanáticos do carro acusaram Delanoë de provocar ainda maior congestionamento.

O objetivo é tornar Paris mais verde e saudável. Até 2008, Delanoë pretende duplicar o número de ciclovias. E até 2020, o objetivo é reduzir o tráfego de automóveis em 40%.

Nem sempre é fácil se locomover de bicicleta. Este escriba viu, no domingo 15, vários motoristas irritados com a lentidão de alguns ciclistas em faróis, inclusive nas vias ditas “verdes”, abertas para ciclistas, mas, por vezes, a taxistas e motoristas de ônibus. Isso porque alguns ciclistas são lentos e a Vélib, como me disse Marine, de 25 anos, “é ótima, mas com três marchas fica difícil pedalar nas subidas mais íngremes”. Contudo, a relação entre motoristas e ciclistas, dizem experts, é questão de tempo. Segundo um estudo, “quanto mais bicicletas, menor o número de acidentes”.

Os motoristas vão se acostumar com os ciclistas, e estes, por sua vez, ficarão mais hábeis no trânsito. Para os ciclistas verdadeiramente urbanos, a própria bicicleta continuará sendo meio de transporte. Mas ele e ela também sairão ganhando com o programa de Delanoë porque, em parte, terão mais ciclovias e ouvirão menos palavrões dos motoristas de caminhonetes brancas (que parecem fazer curso de má-criação). No momento, apenas 40 mil, de 2,5 milhões de parisienses (região central), dizem usar bicicletas, mas o prefeito quer elevar o número para 250 mil.

Educação

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Ciclistas criam placa de trânsito para evitar acidentes em SP

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Ativistas espalharam placas na região da Avenida Paulista.
Grupo quer garantir cumprimento de artigo do código de trânsito.

Do G1, em São Paulo


Foto: Ardilhes Moreira/G1

A décima placa da iniciativa foi instalada na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista. Grupo afirmou ter sinalizado toda a Rua Bela Cintra, também na região, com o símbolo que mostra distância que carros devem manter das bicicletas (Foto: Ardilhes Moreira/G1)

Na Praça dos Ciclistas, em plena Avenida Paulista, os defensores da bicicleta instalaram a décima placa de uma campanha informal para garantir, com segurança, o uso do meio de transporte em São Paulo. O grupo, que também organiza a Bicicletada, busca advertir os motoristas para a obrigação de ser mantida a distância de 1,5 metro durante a ultrapassagem de um ciclista, conforme determina o artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

“A gente sabe que a maioria dos motoristas, ou melhor, praticamente todos, não sabem dessa lei. Os únicos motoristas que já vi conhecer a lei são justamente os que também pedalam”, afirma André Pasquallini, um dos cicloativistas que participa da iniciativa. As placas são feitas com material reciclável que o grupo recolhe de caçambas de entulho.

Elas podem ser consideradas como a segunda etapa da sinalização informal que os ciclistas criaram para a capital paulista. Os primeiros foram os símbolos pintados no asfalto para demarcar uma via que também pode ser usada por bicicletas. Eles dizem já ter sinalizado 70 km de ciclofaixas na cidade. “É uma ação lúdica”, comenta o ciclista, que lembra que as viagens feitas com bicicletas dobraram nos últimos dez anos de acordo com a pesquisa Origem e Destino do Metrô.

Procurada pelo G1 na tarde de quarta-feira (24), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não informou se há alguma iniciativa do órgão para coibir a colocação das placas ou realizar uma sinalização oficial com base no artigo do código defendido pelos ciclistas.

O último levantamento divulgado pela Prefeitura, referente ao ano de 2006, aponta que 84 ciclistas morreram em acidentes na cidade. Para protestar, os cicloativistas penduraram “bicicletas fantasmas” em ruas da cidade. Atualmente, 300 mil viagens por dia são feitas com esse meio de transporte na capital paulista.

Que tal programarmos uma bicicletada para fazermos isso na Duque?? Alguém se habilita?

Bike, Educação, Notícias, Qualidade de vida

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Fotos hoje da bicicletada

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Hoje fui almoçar lá na Estação Gourmet e aproveitei pra tirar fotos da ciclofaixa virtual que fizemos ontem durante a bicicletada na Av. Nazaré.

Precisamos combinar de fazer isso mais vezes!

Ficou show!

Belém, Bike, Cenas da Cidade, Ciclismo, Qualidade de vida, Transito

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22/set - Dia Mundial Sem Carro

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Foto: Sérgio Batista
Ciclovias já!

Ontem, dia 22 de setembro, foi o Dia Mundial Sem Carro. E teve bicicletada aqui em Belém, com direito a pintura de ciclofaixas e mascaras anti-poluição…

A bicicletada saiu em frente ao Theatro da Paz, na Praça da República e iria percorrer alguns corredores viários de Belém.

Logo que cheguei, encontrei o Raoni, que chegou trazendo panfletos e uns estêncil com imagens de bicicletas pra pintar na rua. Ajudei a distribuir os panfletos e fiquei aguardando a saida do passeio.

Apareceram umas bikes bem diferentes, eu diria até um pouco “exaltadas”, choppers, rebaixadas…


Foto: Sérgio Batista
Alguns mais exaltados!

No inicio fiquei um pouco desanimado com o passeio, parecia que não ia dar muita gente, e além disso, alguns políticos aproveitaram pra fazer campanha com bikes-som com volume ensurdecedor (poluição sonora, totalmente de contra ao objetivo do passeio), e tocando techno brega, cheguei a pensar em desistir, mas depois de conversamos com alguns deles, resolveram baixar o volume e saimos.


Foto: Sérgio Batista
Pedalando…

A CTBel estava presente para fazer o “apoio” ao passeio, mas claro que atrapalhou mais do que ajudou. Eles conseguiram comprovar que realmente não conhecem nada de leis, “mandaram” a gente trafegar pela esquerda das ruas, enquanto que o correto é a direita, usaram sirenes e buzinas poluindo mais ainda o ambiente (como se não bastasse as bikes-som) e sairam em disparada, “tirando o fino” dos ciclistas.

Enfim, o passeio fluia bem, seguimos até a Duque de Caxias, quando derrepente o pessoal resolveu parar para criar a nossa ciclofaixa!


Foto: Sérgio Batista
Criando a nossa ciclofaixa!


Foto: Sérgio Batista
Eu e o Raoni pintando o chão.


Foto: Sérgio Batista
Efeito.


Foto: Sérgio Batista
Respeite a distância, 1,5m para o ciclista.

O passeio seguiu enquanto pintavamos, então ficamos pra trás. De repente aparece um carro da CTBel com um guardinha leso dentro dizendo que não podia fazer aquilo. Acho que ele pensava que tava falando com um monte de abestado igual a ele… começou dizendo que o que a gente tava fazendo não podia, que era proíbido… o Marcelo Bike deu logo uma aula pro cara sobre leis, ele ficou caladinho, colocou o rabinho entre as pernas e se mandou…

Depois já estavamos muito longe do passeio, resolvemos seguir até o CAN, onde seria o ponto final. Esperamos um pouco e aproveitamos pra pintar mais umas bikes na Av. Nazaré. Logo depois o passeio chegou.


Foto: Raoni
Av. Nazaré.


Foto: Raoni
Em frente ao McDonalds da Av. Nazaré.

Depois fomos lanchar no Mileo com a turma!

Valeu Galera!

Post Original: http://www.bacudesunga.com.br/2008/09/22set-dia-mundial-sem-carro/

Belém, Bike, Carro, Ciclismo, Educação, Momentos, Notícias, Qualidade de vida, Transito

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Nova página, novo blog, mas a mesma idéia!

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Hoje estou inaugurando o novo espaço para o Dia Mundial Sem Carro aqui em Belém.

Obrigado pela visita!

Belém

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